Mostrando postagens de 2020Mostrar tudo
A RAINHA DE SABÁ - Lenda Oriental - Conto de Helena Rubini
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A RAINHA DE SABÁ Lenda Oriental Helena Rubini (Séc. XX)   Dos confins da Arábia, a terra do incenso e das palmeiras, a rainha de Sabá, a grande Balkis [1] , ouviu a faina do grande poderio e sapiência do filho de Davi. Fugiu-lhe o sono. Debalde, as lindas servas, os servis ministros, os d…

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STELLINA - Conto Trágico - Benito Vicetto
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STELLINA (Balada) Benito Vicetto (1824 – 1878) Tradução de Paulo Soriano A poucas milhas de Nápoles há um castelo triste e sombrio, açoitado pelo vento e oculto por espessas névoas. Este colossal edifício — negro e gigantesco —, incrustado entre elevados rochedos, é o castelo de San G…

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O MÉDICO E O SAPATEIRO - Conto breve de Mário Terrabatava
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O MÉDICO E O SAPATEIRO Mário Terrabatava Porque a sua mulher adoecera seriamente, um sapateiro de Londres procurou um médico. Todavia, vendo que o homem se vestia pobremente, e   imaginando que aquele pobretão não dispunha de recursos suficientes para cobrir os seus honorários, tratou o …

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UMA BOA SAÍDA - Conto de  Narciso Campillo
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UMA BOA SAÍDA Narciso Campillo (1835 – 1900) Tradução de Paulo Soriano O Califa Hegiages, o terror de seus povos e horror do gênero humano, costumava viajar incógnito, percorrendo as cidades e vilas de seu império sem séquito e estandartes. Certo dia, encontrou um árabe, travou c…

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A PATITURA INTOCÁVEL - Conto de  Narciso Campillo
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A PATITURA INTOCÁVEL Narciso Campillo (1835 – 1900) Tradução de Paulo Soriano Mozart e Haydn foram convidados a um jantar. Mozart, que era um companheiro muito alegre e grande aficionado do champanhe, disse a Haydn: — Aposto seis garrafas de champanhe que componho, agora mesm…

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DE CIMA PARA BAIXO - Conto Humorístico de Artur  de Azevedo
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DE CIMA PARA BAIXO Artur de Azevedo (1855 – 1908) Naquele dia o ministro chegou de mau humor ao seu gabinete, e imediatamente mandou chamar o diretor-geral da Secretaria. Este, como se movido fosse por uma pilha elétrica, estava, poucos instantes depois, em presença de sua excelênc…

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NO BOTEQUIM - Conto Humorísitco - Paulo Soriano
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NO BOTEQUIM Paulo Soriano   — O senhor me conhece?   — Não.   — Então, por que está me olhando?   — Ora, porque tenho olhos, ué! Mas eu queria...   — Então, por que não olha para outra coisa?   — Como assim?   — Por que logo eu? Por que fica assim me olhando desse jeito? P…

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